17 de mai de 2016

Descobre se tens problemas de coração tocando apenas nos dedos dos pés! É incrível e funciona mesmo!


Um simples método como este pode salvar-lhe a vida e prevenir futuros problemas cardíacos.

De acordo com pesquisas recentes, um método simples pode ajudá-lo a conhecer a condição do seu coração.

Ou seja, especialistas em saúde sugerem que se é flexível o suficiente para alcançar os dedos dos pés, isso mostra que seu coração está em boa forma também.

Um artigo publicado no Jornal Coração e Fisiologia explica que pode facilmente testar a condição do seu coração, tocando os dedos dos pés.

O método não poderia ser mais simples:

Sente-se no chão com as pernas e os pés esticados para a frente, os dedos dos pés apontando para cima.

Tente alcançar e tocar a ponta dos dedos dos pés com as mãos.

Se o seu corpo é flexível o suficiente para tocar os dedos dos pés, isso indica que seu coração é saudável e flexível também.

O estudo realizado por pesquisadores da Universidade do Norte do Texas envolveu 526 participantes com idades entre 20 a 83 anos.

O primeiro teste realizado foi a flexibilidade corporal, enquanto sua pressão arterial, artérias e actividade cardíaca foram acompanhadas e medidas. No final do estudo, os pesquisadores descobriram uma ligação entre o corpo e a elasticidade da artéria, especialmente em participantes com mais de 40 anos.

A explicação foi que aqueles que não puderam chegar ao final de seus dedos do pé, na verdade, tem vasos sanguíneos rígidos, indicando um estado pior do coração, o que aumenta o risco de doença cardíaca.

De acordo com o pesquisador japonês Dr. Yamamoto, “Se você pode tocar os dedos dos pés ao sentar-se em linha reta, seu coração ainda é muito bom. Mas se você não puder, talvez você precise ir a um cardiologista. “

A rigidez dos músculos das costas e das pernas tem sido associada a rigidez dos vasos do coração, porque eles têm a mesma composição de colágeno.

No entanto, o médico afirma que os músculos rígidos nem sempre são um sinal de doença cardíaca. Créditos: Jornal Coração e Fisiologia