17 de abr de 2014

Em 1850, um agricultor encontrou está porta escondida. O que encontrou no seu interior deixou todo o mundo de boca aberta


O que um agricultor encontrou por de trás desta porta escondida em 1850. Deixou todo o mundo surpreendido.

Em 1850, um agricultor escocês das Ilhas Orkney fez uma descoberta incrível. Quando foi inspeccionar os danos causados por uma grande tempestade, deparou-se com uma passagem de pedra numa pequena baía. O que encontrou no seu interior deixou toda a gente surpreendida.


O agricultor encontrou os restos de uma civilização antiga. Há milhares de anos viveu aqui uma sociedade próspera; até 1850, os restos dela encontravam-se escondidos por dunas. A grande tempestade é que acabou por revelar a povoação.


A povoação tem mais de 5000 anos; o que significa que é mais antiga que as pirâmides do Egipto. As casas desta cidade, conhecida como Skara Brae, conservaram-se em boas condições graças às dunas de areia. Para os arqueólogos é um verdadeiro golpe de sorte.


Colonizada entre os anos 3180 e 2500 a.C., esta é uma das povoações permanentes mais antigas da Grã-Bretanha. Oito casas de pedra permanecem intactas, permitindo-nos entender melhor a sua cultura e costumes. As investigações sugerem que entre 50 e 100 pessoas viveram neste lugar.


Todas as casas estão ligadas entre si através de um túnel, mas também podiam ser fechadas com uma porta de pedra.


Mas há uma coisa que chama a atenção: cada quarto tem uma cama maior do que as outras. Além disso, existem prateleiras, cadeiras, armários e roupeiros em todos os quartos. Algumas das caixas que usavam para armazenar coisas eram resistentes à água. Os cientistas assumem que metiam lá peixes vivos para poder cozinhá-los frescos mais tarde.


Os arqueólogos também encontraram algo que os deixou muito felizes: cada casa tinha sanita e até um sistema de tratamento de águas residuais.


Skara Brae foi construída com a família como centro. Todas as casas foram mobiladas de uma forma similar, o que levou os investigadores a pensarem que não existia qualquer governante, mas que toda a gente estava ao mesmo nível.